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03/06/2019 | REUNIÃO-ALMOÇO

Diretor de TI do Banrisul analisa impacto da avalanche tecnológica no futuro dos serviços financeiros e nos negócios

Jorge Fernando Krug foi o palestrante da reunião-almoço da CIC nesta segunda-feira (3) - Foto: Julio Soares/Objetiva
Jorge Fernando Krug foi o palestrante da reunião-almoço da CIC nesta segunda-feira (3) - Foto: Julio Soares/Objetiva

Como será o futuro dos negócios na era digital? O exercício de prever como será os bancos, a economia, o mercado em 2035 foi provocado pelo diretor de TI do Banrisul, Jorge Fernando Krug, que palestrou na reunião-almoço desta segunda-feira (3) na Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul (CIC). Blockchain, inteligência artificial, computação quântica e robótica, com o aperfeiçoamento de humanoides, estão no horizonte do cenário das mudanças tecnológicas que estão por vir.

O impacto nos negócios, segundo Krug, será inevitável. No sistema financeiro, não será diferente. “Apesar de estarmos desenvolvendo e entregando soluções em um ecossistema digital, ainda temos processos tradicionais e uma arquitetura herdada com diferentes níveis de maturidade. Necessitamos evoluir rapidamente as capacidades desse ecossistema digital”, argumentou o diretor do Banrisul. Com a internet banking, explicou, as agências físicas não deixarão de existir totalmente, mas serão cada vez mais de negócios, e menos voltadas para a realização de transações bancárias.

O palestrante falou ainda sobre Blockchain, base de dados que guarda um registro de transações permanente e à prova de violação. “É uma tecnologia para uma nova geração de aplicações”, explicou. Bitcoin, de acordo com Krug, foi a primeira aplicação baseada em Blockchain, mas não é a única. “Só em criptomoedas já temos mais de mil moedas diferentes”, acrescentou.

O diretor de TI do Banrisul, revelou que, além do Blockchain, o que vem pela frente no sistema financeiro brasileiro inclui soluções como pagamentos instantâneos, Open Banking e onboarding digital. “A avalanche tecnológica vai continuar, não podemos permitir que essas ondas de inovação nos cubram. Não basta estar online, é preciso estar onlife”, concluiu.

Fonte: Assessoria de Imprensa da CIC - Jornalista Marta Guerra Sfreddo (MTb6267)

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