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Investir apenas em tecnologia não resolve exigência de inovação, afirma consultor durante palestra na CIC

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Publicado em 19/10/2015

Luiz Eduardo Irumé foi o convidado da reunião-almoço que encerrou programação do Meeting em Inteligência de Mercado - Foto: Silvia Cardoso/Objetiva
Luiz Eduardo Irumé foi o convidado da reunião-almoço que encerrou programação do Meeting em Inteligência de Mercado - Foto: Silvia Cardoso/Objetiva

Diferentemente do que pensa a maioria, inovação não significa apenas tecnologia. Vincular unicamente inovação à tecnologia é, talvez, o principal mito que cerca o assunto, segundo o consultor Luiz Eduardo Irumé, que palestrou na reunião-almoço da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul (CIC) nessa segunda-feira (19). A palestra de Irumé encerrou a programação do 10º Meeting em Inteligência de Mercado, evento realizado conjuntamente pelo Departamento de Jovens Empresários, Diretoria de Projetos e Inovação e Diretoria Comercial da CIC, com o tema “Inovação em diferentes modelos de negócios”.

Investir em tecnologia é importante, traz grandes benefícios, faz parte do processo, mas somente isso não resolve, na opinião de Irumé, especialista com 20 anos de experiência como executivo de TI, gerente de projetos, consultor de tecnologia e auditor de sistemas. “Mais que tecnologia, inovação é atitude”, reiterou. Outros mitos são acreditar que inovadores sempre chegam aonde planejaram; são rebeldes e egocêntricos; e ideias surgem como um passe de mágica. Para Irumé, essas crenças atrapalham a implantação de uma cultura de inovação na organização.

O consultor afirmou que aliar inovação à estratégia da empresa é uma questão de sobrevivência. No entanto, às vezes existe vontade e interesse, mas a organização não possui uma cultura de inovação. Esse incentivo, acrescentou, é papel do líder. “É importante que venha do alto escalão o real desejo de trabalhar com inovação”, frisou Irumé. Procurar somente inovações radicais; focar somente na inovação de produtos (a inovação pode ser trabalhada em diferentes áreas); desenvolver controles muito rígidos; não tolerar erros e falta de consenso; estruturas organizacionais em silos e não considerar o capital humano são armadilhas a serem evitadas “Todos nós podemos ser, de alguma forma, inovadores. Não é algo simples, mas factível”, concluiu Luiz Eduardo Irumé.

Fonte: Assessoria de Imprensa da CIC - Jornalista Marta Sfreddo (MTb6267)

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