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Trabalho de comissão que analisa ocupação da Maesa é apresentado na CIC
Publicado em 15/06/2015
Tombado pelo prefeito de Caxias do Sul, Alceu Barbosa Velho, em 28 de janeiro deste ano, o prédio da Metalúrgica Abramo Eberle S/A (Maesa), doado ao município pelo estado em dezembro de 2014, ganhou uma comissão especial, formada por 14 pessoas de diferentes instituições, entre as quais a Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul (CIC), que analisa formas de ocupação do imóvel. A coordenadora da Comissão Especial Para Análise de Uso do Prédio da Metalúrgica Abramo Eberle, a secretária municipal da Cultura, Rubia Frizzo, palestrou na reunião-almoço da CIC, nesta segunda-feira (15), e fez uma prestação de contas do trabalho realizado até o momento. O prazo para entrega do projeto que definirá o melhor uso público do espaço da Maesa é dezembro de 2015.
Rubia mencionou as diretrizes que irão nortear o uso do imóvel, como a garantia da sustentabilidade econômica e ambiental e a preservação histórica e cultural do patrimônio, que data de 1948. De acordo com a secretária, a comissão realizou um diagnóstico dos prédios que formam o complexo, localizado entre as ruas Plácido de Castro, Dom José Baréa, Pedro Tomasi e Treze de Maio, e buscou sugestões de espaços similares em todo o mundo para definir as melhores formas de ocupação e o modelo de gestão depois que o processo de restauração da Maesa for concluído. "Estamos trabalhando com o conceito de elaboração de uma proposta de uso consistente e realista que leve em conta a utilização do espaço como público e cultural, levando em conta as condicionantes históricas, urbanísticas, socioambientais e paisagísticas, que permitirão transformar todo o conjunto num grande espaço de convivência para a comunidade de Caxias do Sul e região", afirmou a secretária.
Rubia salientou que a lei que cedeu a Maesa ao município prevê um espaço de uso cultural e público, com diversas possibilidades de utilização. Entre as propostas com maior repercussão junto à comunidade está a instalação de um mercado público no local.
Além da CIC, a comissão é composta por representantes da Câmara de Vereadores, Secretaria da Cultura, Secretaria do Planejamento, Procuradoria-Geral do Município, Samae, Universidade de Caxias do Sul, Associação de Engenheiros, Arquitetos, Agrônomos, Químicos e Geólogos de Caxias do Sul, Conselho de Arquitetura e Urbanismo, União das Associações de Bairros e Faculdade da Serra Gaúcha.
Fonte: Assessoria de Imprensa da CIC