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MISSAO VISITA CT DO KAIZER CHIEFS E UNIDADE DA MARCOPOLO NA ÁFRICA
Publicado em 14/06/2010
Na reta final de sua viagem a África do Sul a delegação caxiense dedicou esta segunda para dois contatos. O primeiro deles foi visitar o Centro de Treinamento do Kaizer Chiefs de Johannesburgo. É um dos principais clubes de futebol do continente africano. O grupo foi recepcionado por Cecil Motaung, director de relacionamento da agremiação. Foi possível visitar e fotografar o CT que abriga dois campos, vestiários e toda a administração do clube, que está em férias. Cecil discorreu sobre o impacto positivo que a realização da Copa trouxe para o clube, com a venda de produtos licenciados do Kaizer. O contato foi proveitoso para os representantes de Caxias e Juventude pela troca de informações sobre ações de marketing e licenciamentos, além da estrategia de ampliação do quadro social. À tarde a Missão visitou a unidade da Marcopolo em Johannesburgo e que atende os países do continente com sistema de mão inglesa. A empresa caxiense está presente na África desde 1996 e em 2001 adquiriu a planta que pertencia a Volvo, passando a montar onibus. Segundo o diretor de vendas Lusuir Grochot e o gerente de comercialização, João Paulo Ledur, que receberam os integrantes da Missão Técnica organizada pela CIC e Prefeitura, o grupo caxiense ampliou a planta da fábrica de 12 mil m2 para 18 mil m2 de área construída, investimento de U$ 10 milhões. Em função da Copa do Mundo a Marcopolo produziu em sete meses o equivalente à produção de dois anos ou 850 onibus de diferentes modelos. Com o final do evento o contingente de 800 trabalhadores , em sua maioria treinados pela empresa dentro do padrão Marcopolo de formação de recursos humanos, passará por readequação nos próximos anos. Os dirigentes da empresa caxiense discorreram ainda sobre a realidade do transporte coletivo na África do Sul e no próprio continente. O grande desafio da Marcopolo e sua unidade em Johannesburgo é chegar a 100% de nacionalização com o desenvolvimento de fornecedores locais num prazo de dois anos.
Fonte: Paulo Cancian