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Diretor da Fiesp destaca atuação da entidade para o desenvolvimento do País
Publicado em 21/09/2009
Revisão das leis trabalhistas, reforma tributária, reforma política, defesa do meio ambiente e melhorias de infraestrutura são algumas das lutas da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). O diretor adjunto do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Fiesp, Thomaz Zanotto, foi o palestrante da reunião-almoço da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul (CIC) nesta segunda-feira (21).
O convidado falou sobre diplomacia empresarial aos associados, ressaltando a atuação da entidade junto ao governo federal, seja apoiando iniciativas públicas ou opondo-se a elas. Entre as parcerias, Zanotto citou a produção de helicópteros no Brasil, o projeto de exploração do pré-sal e medidas para o fortalecimento do Mercosul. Entre as reivindicações, o diretor da Fiesp manifestou a contrariedade da entidade ao aumento dos tributos no País. "A lição está clara: toda a arrecadação aumenta quando os tributos diminuem", reforçou.
Quanto à queda das exportações brasileiras, Thomaz Zanotto declarou que o ambiente atual é bastante hostil e que melhorias não serão sentidas este ano. "Novos mercados de exportação não surgem em seis meses, é uma luta de anos. Não podemos perder espaço. Nos resta esperar uma recuperação dos países desenvolvidos", comentou.
Thomaz Zanotto apresentou dados que demonstram a importância da Fiesp. A entidade representa 132 sindicatos patronais, totalizando 150 mil indústrias paulistas. De acordo com ele, a FIESP é roteiro de visitas de grande parte de chefes de Estado e de delegações de embaixadas estrangeiras.
Fonte: Assessoria de Imprensa da CIC