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Interatividade: a marca da nova TV brasileira
Publicado em 28/11/2011
O jeito de assistir TV vai mudar. A nova TV vai oferecer melhor som e imagem de alta definição. Mas não é somente isto. O sinal digital vai permitir a interação do telespectador a partir do uso do controle remoto. Este assunto serviu de tema para a reunião-almoço desta segunda-feira (28) da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul (CIC). A gerente de Consultoria e Desenvolvimento de Software Interativo para TV Digital da TOTVS, Cláudia Elias, explicou que a substituição do sinal analógico (em vigência) pelo digital está prevista para 2016 em todo o País, mas a novidade já movimenta o mercado publicitário nas principais emissoras de televisão. "Com o poder de alavancar negócios que envolvem propaganda, meios de pagamento, serviços financeiros, varejo e entretenimento, a questão da oferta de conteúdo interativo passa a ser fator fundamental de sucesso da nova televisão", definiu ela.
Cláudia informou que o Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre (SBTVD ou ISDB-Tb), baseado no sistema japonês, é considerado o padrão mais avançado do mundo. Conforme ela, a adoção da interatividade pelo mercado depende do interesse das emissoras de TV, da resposta de oferta de produtos pelos fabricantes de TV e aparelhos receptores e da aquisição destes novos aparelhos por parte do telespectador.
Televisões sem receptor de sinal digital não vão mais operar a partir de 2016. A especialista observou que haverá uma convergência da TV, do celular e da internet. "É uma oportunidade para divulgar com mais qualidade as marcas, de se aproximar ainda mais do cliente. A TV digital veio para enriquecer a propaganda. Hoje o consumidor demanda mais tecnologia e a TV está se adequando a esta nova realidade", destacou.
Para Cláudia, a grande vantagem de colocar anúncios e inserções nos programas na TV digital é a capitalização do momento do impulso de compra. Além disso, ela pontua outros benefícios: agilidade no merchandising associado a programas de TV, redução do tempo entre o anúncio e uma venda, o que deverá aumentar ainda mais os números do e-commerce no país; e integração com diversos meios de pagamento.
Fonte: Assessoria de Imprensa da CIC