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Micro e pequenas empresas: um setor que cresce e amadurece

Gerais

Publicado em 26/06/2007

Entusiasta do empreendedorismo no Brasil, a apresentadora Esther Jablonski, que há 14 anos apresenta o programa Pequenas Empresas, Grandes Negócios, afirmou que as micro e pequenas empresas (MPEs) agregam, geram desenvolvimento sustentável e estimulam as parcerias em rede. Esther foi a palestrante da reunião-almoço da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul desta segunda-feira (25), evento alusivo aos 10 anos do Conselho da Mulher Empresária/Executiva da CIC.

A apresentadora lembrou que o Brasil é o sétimo país mais empreendedor do mundo e o terceiro com o maior número de mulheres empreendedoras. "Observei que, em Caxias do Sul, as mulheres têm papel preponderante na economia, ressaltou Esther. "Por ser símbolo do empreendedorismo, respira-se seriedade em cada esquina da cidade. Os cases se multiplicam e cada local traz a sua marca" , disse ela.

Segundo a apresentadora, no período de 1985 a 2001 as MPEs passaram de nicho a setor econômico, aumentando a sua participação no número total de empresas, na geração de postos de trabalho e receita. "O segmento mais que dobrou o número de pessoas ocupadas no período e no setor de comércio e serviços chegam a representar 97,6% do total em 2001", ilustrou. Outro dado importante que demonstra o crescimento do setor é que o número total de MPEs, que em 1996 era de 2,9 milhões, saltou para 5,5 milhões em 2005.

O segmento, porém, enfrenta problemas, e os principais dizem respeito ao capital de alto custo e ao crédito de difícil acesso, além dos elevados encargos trabalhistas e da carga tributária. A burocracia para a abertura de negócios e a precariedade de educação e formação básica também têm impacto negativo sobre as atividades das MPEs. As perspectivas, porém, estão na Lei Geral da Micro e Pequena Empresa e na maior oferta e acesso a programas de orientação, capacitação e treinamento.

Fonte: Assessoria de Imprensa da CIC

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